Galvao Bueno chora ao vivo com acidente da Chapecoense


O apresentador Galvão Bueno se emocionou ao vivo ao noticiar a queda do avião da Chapecoense. Ele participou da cobertura feita pelo “Bom Dia Brasil” e do “Encontro da Fátima” da TV Globo. Durante a transmissão, o narrador falou emocionado sobre a morte do amigo Mário Sérgio, ex-jogador e comentarista do SporTV.

Ao entrar ao vivo, com a Fátima Bernardes, ele anunciou segurando o choro: “Não tenho mais vontade de fazer nenhum jogo de futebol esse ano, não.” A jornalista tentou consolar Galvão: “É um momento de muita dificuldade e não combina com a alegria dos estádios.” Usuários do Twitter também se emocionaram com a reação do apresentador:


Ganso celebra estreia na Champions e impressiona espanhóis


Paulo Henrique Ganso demorou a estrear na Liga dos Campeões pelo Sevilla. O primeiro jogo do brasileiro na competição europeia veio apenas na última quarta-feira (2), pela quarta rodada da fase de grupos do torneio. Mas o ex-santista e são-paulino aproveitou muito bem a oportunidade e comemorou o desempenho.

"Estou muito contente. Tem que aproveitar. Não é fácil, mas com muito trabalho e apoio da minha família pouco a pouco vou crescendo e melhorando. Estou muito bem, a cidade é espetacular e minha família está feliz. A pressão é normal porque Samir [Nasri] joga muito e tem muita qualidade. Tenho que aproveitar a oportunidade", analisou o brasileiro, também elogiado pelo técnico Jorge Sampaoli.

"[Ganso] fez uma partida à sua altura. Veio para isso. A confirmação desse plantel estava vinculada a muitas nuances. A alguns custa um pouco mais. Ampliou-se o conjunto de jogadores que podem garantir espaço. Tomara que essa competição interna nos dê a possibilidade de escolher, ainda mais com a lesão de Nasri", avaliou o técnico.

Jogando no lugar do meia francês Samir Nasri, lesionado, o brasileiro também foi muito elogiado pela imprensa espanhola, que disse que o brasileiro mostrou um "futebol de pura fantasia", "liderou o Sevilla em campo" e deu um "recital de passes" na vitória por 4 a 0 sobre o Dinamo Zagreb, da Croácia. Pena ter saído com dores musculares no meio do segundo tempo – "exigirá que, contra o Barça, Sampaoli procure um plano C para seu time", avisou o Sport.

O Mundo Deportivo disse que Ganso foi "genial" e tem um "futebol que abre os caminhos do ataque". "Antes de pedir substituição por dores musculares, fez um recital de passes", publicou, lembrando de jogadas para Vitolo e N'Zonzi, que acabaram defendidas pelo goleiro rival.

Já o Sport escreveu que Ganso "exerceu sua liderança até que sua musculatura pediu basta. Ele foi de menos a mais, oferecendo um segundo tempo promissor, em que quase marcou um gol, depois de uma tabela com Franco Vázquez, e deu assistência para outro, com Vitolo, em jogada salva por Livakovic".

O Estadio Deportivo, jornal de Sevilha, também ressaltou a visão de jogo do brasileiro: "Cada vez que ele tem a bola, de frente para o gol, encontra algum companheiro nas costas da defesa".

O As, o mesmo que falou do futebol de pura fantasia, lembrou que, para usar Ganso, o técnico Jorge Sampaoli teve de fazer outra mudança no time: "Sem Nasri, Sampaoli foi prático e escalou Kranevitter para proteger Ganso, jogador unidimensional que não joga na defesa, mas, contra rivais como o Dinamo, usa sua perna esquerda como quer e abusa de sua especialidade, os passes milimétricos para abrir a defesa".

Os melhores dribles de Neymar pelo Barcelona


Um vídeo Show de Bola do craque Neymar Junior do Barcelona e da Seleção Brasileira com os melhores lances, dribles e gols do craque.

Um verdadeiro show de habilidade e categoria do craque do FC Barcelona, que ao lado do argentino Lionel Messi vem dando trabalho para os defensores no Futebol Europeu. São dribles desconcertantes, lances geniais, belos gols e tabelinhas com o argentino camisa 10 do Barcelona.

Veja o vídeo:

Seleção feminina será comandada por uma mulher pela primeira vez


A Seleção Brasileira de futebol feminino terá uma técnica mulher pela primeira vez na história. O anúncio foi feito nesta terça-feira, pela CBF, que confirmou a saída do técnico Vadão e a contratação de Emily Lima para a vaga. O primeiro compromisso dela no comando da equipe nacional será o Torneio Internacional de Manaus, em dezembro

Emily foi vice-campeã da Copa do Brasil de futebol feminino na semana passada, à frente do São José. Antes de ir para a casamata, ela também foi jogadora e passou por times do Brasil e da Europa. Sua primeira entrevista coletiva como técnica da Seleção será na próxima quinta-feira, às 11h.

Vadão deixa o comando da equipe após dois anos. No período, ele conduziu a seleção ao título dos Jogos Pan-Americanos e ao bicampeonato do Torneio Internacional, além do quarto lugar nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em que as partidas da seleção levaram milhares de torcedores aos estádios.

Vídeo mostra empurrão de Neymar em adversário na escadaria do vestiário


O desentendimento entre Neymar e o zagueiro Rubén Vezo, do Granada, começou dentro de campo e continuou no vestiário. Um vídeo apresentado na web mostra o atacante do Barcelona empurrando o adversário na escadaria no túnel rumo ao vestiário, no Nou Camp.

Logo após ser empurrado por Neymar, Vezo tenta revidar, mas é contido. Neymar chega a cair no chão após se desequilibrar.

Durante a vitória magra do Barcelona por 1 a 0, no sábado, Neymar se estranhou com o zagueiro Vezo após cometer uma falta em outro jogador do Granada. Os dois jogadores se encararam e discutiram arduamente.

De acordo com o jornal "Mundo Deportivo", Neymar e Vezo continuaram batendo boca no túnel do vestiário e tiveram que ser separados por companheiros.

Após o duelo, os jogadores do Barcelona evitaram o assunto e disseram que não presenciaram a briga.

Na vitória difícil do Barça contra o Granada, Neymar teve participação no gol de Rafinha. O chute de Neymar acertou a trave. No rebote, Rafinha arrematou para o gol. 


Veja o vídeo:

Chance de título do Palmeiras cai para 86%, veja probabilidades


A derrota para o Santos por 1 a 0 fez as chances de título brasileiro do Palmeiras caírem um pouco, mas a equipe segue como favorita absoluta para levantar o troféu. É o que dizem os números do site Chance de Gol, que mostram que a probabilidade de o time alviverde ser campeão foi de 89,5% para 86,9%.

O Flamengo segue como principal concorrente do Palmeiras, com 5,8% de chance de título, seguido agora do Santos, que tem 5,4% e é o novo terceiro colocado. Já o Atlético-MG ficou mais para trás (1,9%).

A rodada também mexeu com as probabilidades na briga pelo G-6 e contra o rebaixamento. Confira:

Chances de título
Palmeiras: 86,9%
Flamengo: 5,8%
Santos: 5,4%
Atlético-MG: 1,9%
Outros times: 0% ou perto disso

Chances de G-6
Palmeiras: 100%
Flamengo: quase 100%
Santos: quase 100%
Atlético-MG: 99,95%
Botafogo: 75,9%
Corinthians: 43,8%
Atlético-PR: 37,5%
Grêmio: 30,4%
Fluminense: 11,4%
Ponte Preta: 0,8%
Outros times: 0% ou perto disso

Risco de rebaixamento
Santa Cruz: quase 100%
América-MG: 99,98%
Figueirense: 96,1%
Vitória: 56,2%
Internacional: 27,8%
Coritiba: 8,9%
Sport: 8,1%
Cruzeiro: 1,9%
Chapecoense: 0,6%
São Paulo: 0,4%
Outros times: 0% ou perto disso

15 curiosidades sobre a Seleção Brasileira


Que nossa Seleção é pentacampeã todo mundo sabe, mas existem muitas curiosidades que nem mesmo o Pelé deve saber. A seguir, você confere 17 fatos interessantes sobre uma das maiores seleções do campeonato:

1. Não chegou nem entre os dez primeiros colocados
Apesar de ser penta, o Brasil já amargou a 14ª posição. Em 1934, o país disputou apenas uma partida contra a Espanha e acabou sendo derrotado por 3 a 1. Ainda bem que essa fase ruim já passou e neste ano chegamos às semifinais.

2. Cafu, eterno!
Embora Pelé seja sinônimo de futebol no Brasil, o jogador com mais partidas vestindo a camisa da Seleção Canarinho foi Cafu. No total, o jogador disputou 20 partidas de Copa do Mundo e foi um dos destaques do pentacampeonato em 2002. Ele participou de 4 Copas: 1994, 1998, 2002 e 2006. Em suas duas últimas participações, o jogador atuou como capitão.
Gazeta am

3. Os sete favoritos
No total, sete jogadores estão empatados no primeiro lugar do ranking dos que mais participaram da Seleção Brasileira durante as Copas do Mundo: Cafu (1994, 1998, 2002 e 2006), Castilho (1950, 1954, 1958 e 1962), Djalma Santos (1954, 1958, 1962 e 1966), Leão (1970, 1974, 1978 e 1986), Nilton Santos (1950, 1954, 1958 e 1962), Pelé (1958, 1962, 1966 e 1970) e Ronaldo (1994, 1998, 2002 e 2006).

4. Flawless victory!
Das cinco vezes em que o Brasil se consagrou campeão da Copa, em duas delas a Seleção teve 100% de vitórias. Em 1970 e 2002, nenhum time adversário foi páreo para o Brasil.

5. Seleção numerada
Nas primeiras Copas do Mundo, os times não usavam os uniformes com o padrão de números nas costas dos jogadores. Apenas em 1950, quando a Copa foi disputada em terras tupiniquins, as equipes adotaram esse modelo. Entretanto, a número 10 só ficou famosa oito anos depois, graças a Pelé, durante o Mundial da Suécia.

Além disso, Pelé foi o único que vestiu a número 10 em quatro Copas do Mundo. Depois dele, apenas Rivellino, Zico e Rivaldo conseguiram ao menos usá-la por duas vezes.

6. Capitão Brasil
Nem sempre o papel de capitão foi desempenhado por apenas um jogador. Em algumas Copas, o título foi dividido entre alguns companheiros, sendo que, em 1994, isso ocorreu pela última vez. Nessa época, Dunga dividia as honrarias com Jorginho e Raí. Todavia, no final do Mundial, o meio-campista foi quem levantou a taça da vitória.
Brazil 2014

7. Quebra-quebra
No jogo contra a Colômbia em 2014, o jogador Neymar saiu do campo carregado, pois fraturou uma vértebra. Esse tem sido um dos assuntos mais comentados das redes sociais e está deixando o público brasileiro aflito para a semifinal da Copa. Todavia, desde 1994, em todos os Mundiais pelo menos um jogador teve que deixar a Seleção Brasileira por alguma contusão.
BBC News

8. Será que idade influencia?
Em geral, o tempo de carreira de um jogador de futebol não é muito longo, porém a Seleção Brasileira mais “velha”, com média de 29,6 anos, foi bicampeã em 1962. Entretanto, a Seleção mais nova da história, com média de 23,2 anos, amargou o pior desempenho do Brasil em um campeonato: a 14ª posição, em 1934.

Neste ano, a média da Seleção Brasileira é de 27,7 anos, sendo a terceira maior na história do Brasil em Copas. Dos 23 selecionados, só um possui menos que 21 anos: Bernard. Porém, seis dos escolhidos possuem idade de 31 anos ou mais (Júlio César, Jefferson, Victor, Daniel Alves, Maicon e Maxwell).

9. Canhotinha de Ouro
O jogador Gérson, mais conhecido como “Canhotinha de Ouro”, era o mais experiente entre os convocados para a Copa de 1970. Segundo boatos, as opiniões do rapaz eram muito solicitadas e ouvidas durante o Mundial do México. Entretanto, Zagallo, que ficou responsável pelos treinos da Seleção após a saída de João Saldanha, nunca assumiu receber ou acatar os conselhos de Gérson.
Latuff Cartoons

10. Remorsos do baixinho
Em 1998, a CBF impôs que Zico atuasse como consultor técnico de Zagallo. Nessa época, o jogador foi apontado como um dos principais responsáveis pelo corte do atacante Romário – que na época tinha 32 anos. Para se vingar, Romário fez uma série de caricaturas de Zagallo e Zico nos banheiros de sua boate. Após o vice-campeonato de 98, Zico foi demitido do cargo.
Imortais do futebol

11. Alguns desistentes
Não são muitos aqueles que optaram por desistirem de vestir a camisa da Seleção. Um dos casos mais recentes foi o do jogador Leonardo que, em 1995, teve algumas divergências com Vanderlei Luxemburgo. Entretanto, quando Felipão voltou a ser técnico, o ex-jogador do São Paulo e do Flamengo retornou à equipe.

Em 1986, o lateral-direita Leandro saiu da equipe quando o então técnico Telê Santana dispensou o amigo Renato Gaúcho. Outro que saiu da Seleção foi o atacante Careca, que se sentia fora de forma e pediu para o técnico o deixar de fora dos jogos eliminatórios do Brasil, em 1993.

Até mesmo dois campeões mundiais já optaram por se afastar da equipe brasileira: Taffarel e Romário. Em 2006 o atacante se recusou a enfrentar a Eslovênia em um amistoso. Já o goleiro, em 1995, entrou em conflito com Ricardo Teixeira, presidente da CBF, e se recusou a jogar. Porém, ambos os jogadores voltaram a vestir a camisa da Seleção posteriormente.

12. Um time sem paulistas
Desde 1930, essa é a primeira vez que nenhum jogador de clubes paulistas é convocado para a Copa. Por sua vez, os cariocas ficaram de fora do Mundial em 2006. Todavia, grande parte dos jogadores convocados nasceram no estado de São Paulo, entre eles Jefferson, Victor, David Luiz, Paulinho, Oscar, Luiz Gustavo, Willian, Neymar e Jô.
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13. Emprestando jogadores
Na Copa de 2014, 17 times liberaram atletas para disputar o mundial. Em questão de empréstimos, esse total ficou em segundo lugar, perdendo apenas para a Copa de 2002, na qual Felipão conseguiu retirar jogadores de 18 equipes.

Além disso, essa Copa possui muitos estreantes, sendo que apenas seis atletas já disputaram outros Mundiais:, são eles: Júlio César, Daniel Alves, Maicon, Thiago Silva, Ramires e Fred. Entretanto, apenas o goleiro já participou de duas edições anteriores do torneio. Em todo o grupo, foram disputadas apenas 7 Copas, ou seja, o menor número do Mundial desde 1958.

14. Brasil, o país da Copa
Ainda que a decisão sobre a realização da Copa do Mundo no Brasil tenha gerado uma série de protestos, o país detém o recorde com o maior público da história dos Mundiais. Em 1950, durante a decisão entre Brasil e Uruguai, o Estádio do Maracanã abrigou 173.830 torcedores pagantes. No total, o público atingiu 199.854 pessoas.

Um fato interessante é que nesse ano não houve uma final. O título foi compartilhado de forma quadrangular entre os quatro campeões: Brasil, Uruguai, Suíça e Espanha.

15. A estreia da “amarelinha”
Em 1919, quando o Brasil estreou na Copa América de futebol, ele vestia uma camisa branca com detalhes em azul e calção de mesma cor. Até a derrota da seleção na Copa do Mundo em 1950, o uniforme continuou o mesmo. Mas, graças a um concurso realizado pelo jornal carioca Correio da Manhã, uma nova vestimenta foi eleita para os jogadores.
UJS

O vencedor foi Aldyr Schele, um desenhista e cartunista gaúcho de Jaguarão. A estreia da nova vestimenta foi em 1954, na Copa da Suíça. Embora o short continuasse o mesmo, a camisa ficou inteiramente amarela.